domingo, 26 de fevereiro de 2006

My perfect

Respondendo à "provocação" da mafaldinha:


fotos daqui

Nascido a 3 de Novembro de 1982, senhor de um talento admirável, Evgeni Plushenko é o "Medalha de Ouro" do Jogos Olímpicos de Inverno de "Torino 2006" na modalidade masculina de patinagem artística.
Sim, também é o meu patinador favorito!
É um patinador versátil e inovador. Foi o primeiro patinador a conseguir saltos quádrupulos e faz da sua imagem de marca a combinação "quádruplo toe - triplo loop - duplo toe" e a "Biellmann spin".
O meu programa preferido é "Godfather"!
Desde os mundiais de 2004 que acumula primeiros lugares.
Para mim, é o Plushenko que define a perfeição no gelo!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

Sonho triste

Hoje acordei triste.
Percebi que ainda te amo
e não o posso mudar…
És agora nada mais
que um sonho
um dos devaneios
não te posso amar
se não sofrer…
Voltarei a apaixonar-me
continuar a viver
sei que não é o mesmo…
Se te disser adeus
se te fechar em mim
será que é o fim?
Guardo-te dentro de mim
um tesouro que senti
um amor paixão
tudo que sonhei
metade de mim?
metade de ti?
um tudo de céu
dos sonhos do paraíso
inferno em que caí
dor maldita que senti.
Não te consigo matar em mim
não sei deixar…
não posso parar…
Continuo triste

ainda te amo

Estou triste por te amar.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Numa praia do outro lado do mar...

“Olharam-se nos olhos por instantes, mas ficou tudo no fugitivo raio de luz entre duas pessoas que se tocam com o olhar, pressentem um leve tremor nos respectivos campos magnéticos e cada um segue o seu caminho. As premonições nem sempre se cumprem.” *

E assim aconteceu... fiquei com os pensamentos desalinhados... a vida na Lua.... Tudo passou com o tempo... esquecimento... não sentido... e tudo porque se constata um sentimento que não há...

Não te quero recordar...

*Desconheço o autor.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

Dear diary: (II)

Estou cansada...
É complicado começar mais uma semana, em que o cansaço já se instalou, mas é um cansaço tão multiforme que nem o saberia explicar.
Fiquei nostálgica...
Há uns tempos que consegui reconstruir o meu mundo em cima de cinzas e dor. Não pretendo deixar que se reavivem chamas de um incêndio que me queimou. Já ardeu o que tinha a arder…
Hoje apetece-me viver o presente, que também contemplo, sem esquecer o passado, que me ensinou, e já com saudades do futuro…
Desapareceram fogueiras que me aqueciam a alma… só restou o fogo que, por vezes, me magoa por me sentir incapaz de viver de outra maneira…
Gosto demasiado do tumulto para ansiar pela tranquilidade. Às vezes, torna-se difícil viver assim... Mas, se tenho dias em que me proponho mudar, logo penso que não é possível. Há coisas que são como uma árvore que se enraiza e crava as suas raízes tão fundo que se torna impossível de arrancar. Cresce forte em direcção ao céu.
Às vezes penso se não conseguiria viver de outra forma?
E perco, aliás, disponho tempo, bastante tempo a pensar neste assunto, penso até ficar exausta e percebo que mesmo que conseguisse mudar, deixaria de ser eu.
Não, não quero mudar.

Kisses and see you next time!

domingo, 19 de fevereiro de 2006

What makes your heart beat?

Este sim. Acertou em cheio!

(Não estou viciada em testes, este foi o segundo e último.)


HASH(0x8f308dc)



Music makes your heartbeat.
Music has been discribed as the voice of souls and you live by that.
You would rather be in lost in music than anywhere else.
You love the way how the loud drums at a concert can urge your heart in to rythme all it's own.
To love music is to love life.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

What does your soul contain?

Eu nem sou muito de colocar testes, mas este pareceu-me engraçado e original!
Além disso tem poucas perguntas!!!

HASH(0x9001acc)

Your soul contains Happiness. You are bright and fun loving inside and out!
Being bubbly and full of life draws people to you.
You have good friends and people find it hard to dislike you.


What does your soul contain? (lots of pics and lots of outcomes)
brought to you by Quizilla

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Amor adolescente (parte II)

Cinco anos passaram a correr...
Mais uma tarde de Sábado na nossa muralha. Um Sol radiante.
Cheguei mais cedo. O Pedro também. O meu primo ia chegar atrasado. O outro amigo não ia aparecer.
A conversa começou naturalmente.
Eu já não era a menina.
Os olhos verdes demoraram-se em mim. Eu gostei e disse.
Ele reparou em mim.
O momento que desejei vezes sem fim desde aquela primeira tarde.
A partir daquela tarde, para ele já não era a mascote, a menina.
Foi destino chegada do meu amor adolescente.
As tardes de Sábado continuaram, mas eu tinha o meu amor adolescente correspondido.
Tudo o que tem princípio tem fim. O meu amor também teve. Naturalmente.
Foi um desejo realizado.
Aprendi a verdade, a minha verdade.
Os encontros acontecem. Não esperei, não presumi, vivi.
Bastava-me ser a mascote, a menina. Fazer parte daquelas tardes de Sábado fazia-me feliz. O Pedro soube isso. Nunca me fez promessas. Nunca me mentiu. E isso fez-me feliz.
Foi isso que eu aprendi. A não esperar, não presumir, não mentir, não fazer promessas, apenas viver.
O Pedro era uma rocha inabalável, de convicções, sentia o que sentia e não mudou pelos outros. Magoou pessoas, sem dúvida, as que esperaram dele uma entrega impossível. Magooei pessoas. As que esperaram o mesmo de mim.

O amor adolescente, o universo daquele trio moldou-me, criou-me à imagem deles. Hoje sou um deles.
O amigo ainda hoje, quando me encontra, o diz. Sabe como sou. Chama-me menina e diz que a culpa foi deles. Não, não foi.
Eu entreguei-me àquela educação. Fui aluna voluntária.
Tornei-me no que sou. Rocha.
Não esperem de mim mais do que aquilo que sou.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Amor adolescente (parte I)

Foi numa tarde de Sábado.
A primeira vez que vi o Pedro, tinha pouco mais de 12 anos. Foi amor instantâneo. Achei-o lindo.
Vinha com o meu primo e outro amigo. Eram um trio fantástico.
Os rapazes mais giros do bairro.
Eu era apenas uma criança. A menina, como eles me chamaram. Adoptaram-me a partir daquela tarde em que foram forçados a tomar conta de mim. O único obrigado foi o meu primo, os outros ficaram por solidariedade.
Comportaram-se quase como se eu não estivesse ali. Estivémos a jogar a tarde toda, mas eles falavam como se eu fosse invisível.
A partir daquela tarde começou a minha educação no universo masculino. Absorvia cada palavra e adorava o Pedro.
Tornei-me a mascote do trio fantástico. A cúmplice perfeita das partidas e algumas maldades. Daquelas que só os rapazes de 17 anos são capazes de fazer. Fui mãe, namorada, irmã, vezes sem conta por telefone. Sempre a pedido e com discurso ensaiado. Escrito, por vezes.
Eram incorrigíveis e cruéis nas apostas e nas coisas que me ensinaram a dizer. Através de mim causaram lágrimas e mágoas adolescentes.
Comigo eram perfeitos. Eu era a menina.
O tempo foi passando. As tardes de Sábado.
Eles cresciam e aperfeiçoavam os truques. Eu crescia e aprendia.
E sempre aceitei dizer o que me pediam. O que eu queria era estar perto do Pedro.
Passei a gostar de filmes de acção, de futebol, de skate, de motas... Todos os motivos eram bons para passar as tardes de Sábado, as tardes que eles se destinavam e me destinavam também.
Ensinaram-me a mentir convincentemente e a detectar mentiras e histórias feitas.
Eu era quase um deles, mas continuava a ser a menina.
E eu continuava a idolatrar o Pedro. Para mim as suas imperfeições eram perfeitas.
E o tempo foi passando.
As tardes de Sábado eram perfeitas.
Conhecia-os melhor que ninguém. Era a cúmplice. A amiga.
Do Pedro queria mais. Queria o meu amor adolescente...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

Valentine's Day

Aproxima-se o dia em que
nenhuma laranja estará completa sem a sua metade,
todas as almas nasceram gémeas
o amor jura-se eterno...
E para aqueles que são meia laranja
a alma é filha única
e o amor não foi eterno
é mais um dia...
Haverá os nostálgicos
que sentem falta de uma metade
(nem que seja de um limão)
os esperançados
mal podem esperar
querem voltar a ser laranja inteira
os mais desprendidos
que reconhecem mais um dia
este ano estão sós
já estiveram acompanhados
voltarão a estar
os pragmáticos
são laranjas inteiras
as almas nasceram sós
gostam de estar acompanhados
se não estão
não estão
e olham com graça para as montras enfeitadas com corações e afins, o esforço que têm para puxar pela imaginação, presente simbólico, lembrança eterna...
Mas é sempre mais um dia, celebre-se ou não,
esteja-se só ou acompanhado...

Receita para o dia dos namorados:

Para Lá do Bom

Ingredientes:
1 embalagem de palitos la reine
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite condensado de leite
4 ovos
1 pacote de pudim de chocolate
1 pacote de natas
Chocolate granulado para enfeitar

Coloca num tacho o leite condensado as gemas e a medida do leite, sem parar de mexer e sem ferver, para os ovos não coalharem, deixa engrossar.
Num outro tacho, faz o pudim de chocolate conforme indicações da embalagem.
Cobre generosamente cada palito la reine com o pudim e alinha-os num pirex.
Deita por cima dos palitos já cobertos o preparado de leite condensado
Bate as natas e deita por cima do preparado do leite condensado, assim ficarão 3 camadas (palitos, leite condensado e natas).

Enfeita com chocolate granulado e leva ao frigorifico até ao momento de servir.

sábado, 11 de fevereiro de 2006

Strangers...

How often we meet... a stranger in our path.
Who may he be... It's up to us to find out.

Todos os dias nos cruzamos com centenas de pessoas.
Conhecê-las ou não?
Deixar que façam parte do nosso caminho?
É tão mais cómodo, não!
A pacatez e o quotidiano regular a que nos habituamos restringem-nos? Limitam-nos?
O medo de descobrir...
Há sempre um receio latente de deixar alguém entrar. É tão mais fácil fechar a porta.
Dizer bom dia a um desconhecido é abrir uma porta, um novo caminho.
Segui-lo ou não.
Tomar outra estrada.
A curiosidade.
A que fomenta a aventura, o querer mais.
Mas as regras?
Que se danem.
Há dias em que temos que ser nós.
Só nós.
Não agrilhoados.
Livres e sinceros.
Agir sem pensar...
As consequências?
Mal necessário a quem age por impulso.
Quem és tu?
Eu não sou ninguém... Serei escravo desta vida que me teve, filho da sociedade que me pariu.
Não.
Liberdade não acorrentada.
Vida apaixonada por cada momento. Triste ou feliz. Um instante é quanto basta para nascer, morrer, chorar, sorrir, sofrer, amar... Tudo e tanta coisa que o instante traz.
A stranger is just a point of view.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Será...

Será que sabes que sonho acordada?
Sonho com os momentos que tivémos...
Com os que sei que viremos a ter...
Se é que os viremos a ter...
Reticências definem-nos.
Expressam a distância
as incertezas
e expressam tudo aquilo que não te digo.
Não expressam o que sinto.
Tremo quando te vejo.
Tremer...
Sintoma característico.
Sinto saudades das madrugadas.
As nossas.
Das nossas batalhas.
Do frio.
Da espuma.
Do calor da manhã.
Das aldeias que gosto de crer existem só para nós.
Novamente, os momentos...
Os que me fazem sonhar...
Será que também sonhas comigo?
Não. Não respondas.
Não há verdade.
Ou há verdades que não se dizem?
Eu sonho contigo.
Ou és tu que não abandonas os meus sonhos.
Será?...

The world is mine...

Apetece-me escrever...
não sei porquê...
nem sei para quê...
ou para quem...
mas apetecia-me escrever
sem parar
até estas vozes calar
Que fazer?
O que dizer?
Quando não se consegue mudar...
Queria prender a Lua
e tê-la sempre perto
para mim a brilhar...
queria ter sempre o Sol
bem junto
para me aquecer...

Caminhar
e até correr...
Correr sem parar
até me cansar

até não saber de mim...
ir ao Céu e voltar
descer ao Inferno e sonhar
Voar...
Sim! Voar até ao infinito
com asas de sonho
no mundo de ilusão

Será pedir demais?
Eu sempre pedi o mundo
sempre sonhei com o tudo
não me basta o pouco
e de pouco me serve o nada...

Porque é que tudo tem de ser assim?
bom e mau
preto e branco
um ciclo sem fim...
sorrir e chorar...
sofrer e amar...
viver e morrer...
dar e receber...

melhor enfim...
Viver!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

Hábitos estranhos

Não sou muito adepta de correntes, mas fui acorrentada a esta brincadeira pelo Nekynho e p'ra evitar que ele sustenha a respiração tempo demais, cá vai:

1. Dizer tudo o que me passa pela cabeça.

2. Dormir com três almofadas.

3. Usar meias com dedinhos.

4. Comprar sapatos compulsivamente.

5. Comer a comida sem sal.

Cinco traços de personalidade:

1) teimosa

2) vaidosa

3) orgulhosa

4) sincera

5) perfeccionista

E como não sou mulher de acorrentar ninguém, quem passa por aqui pode satisfazer a minha curiosidade e responder.
Mas gostava que as meninas do Figuras d'Estilo, a menina do Painel de Recados, a menina do Paraíso no Inferno e a menina do Devaneios no Ar se deixassem acorrentar!

Plágio de autor que desconheço

Amor
não sofre definição
sente-se no peito
o coração
senti-lo posso
dizê-lo não
é frio
é febre
é um vulcão
é tudo
é um tempo
sem confusão

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

Perfect

Sonhei com a perfeição
algo estranho no entanto
acordei e não me recordo
não tinha face, nem forma
só nome:
Perfeição.
Esforçei-me para lembrar
sonhei com ela...
E não consegui.
Voltei a adormecer...
Novamente chamei por ela:
Perfeição onde estás?
Ela sussurou-me
sem aparecer
"Eu estou aqui"
Mas não a vi
ela continuou
"Estás a sonhar"
Sim, eu sabia,
mas queria vê-la
"Não existo"
Acordei.

It doens't have to be perfect, just has to be...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Again...

Volto a encontrar-te.
Novamente quando eu controlo o meu destino.
Os teus olhos não são acolhedores. São frios.
Novamente no rodopiar descontrolado do embate.
Temo. Receio-te.
Sei que um dia irás vir por mim.
Não foi naquela madrugada.
Não foi nesta manhã.
Mas virás um dia. Queira-te eu ou não.
Olhei-te nos olhos e algo me segurou.
Ou não me quiseste levar...
Alguém segurou na minha mão trémula.
Alguém parou aquele rodopiar e travou.
Novamente te encontro e fico.
Não me regozijo por ter ganho.
Não ganhei, apenas fiquei.
Não te deixo assustar-me.
Não te deixo tirar-me o volante das mãos.
Apenas voltei a respeitar-te...
Quiseste ensinar-me humildade. Aprendi.
Respeito-te e agradeço não me teres levado.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Hoje


(calendário Pirelli)

Não.
Hoje não te quero.
Amanhã talvez...
Hoje quero só os meus pensamentos e os meus sentimentos.
Hoje quero-me só a mim.
Sim, também já me desiludi.
Sim, já houve momentos que não me perdoei.
Sim, já tive fraquezas e dúvidas.
Hoje não.
Hoje sou forte e fria.
Olho-te daqui. Fica.
Hoje não te quero.
Não quero ser amada.
Quero ficar em repouso como o rio que congelou.
Quero que o brilho me ofusque e me cegue e me esconda.
Hoje não quero ninguém.
Quero-me.