quarta-feira, 23 de julho de 2008

Cara metade

Completas-me. Sim. Entendo que sim, mas não me considero metade de ninguém. Sou inteira. Sou ser imperfeito, por falta de saber de experiência feito. Sou criatura em construção, por tudo o que falta viver. Aspectos ainda por definir por falta do que a vida ainda não me mostrou. Mas não sou metade. O que não me impede de dizer que me completas. Que contigo adquiri conhecimento sobre uma importante parte de mim. E isso, sim, tornou-me, senão melhor, pelo menos, mais consciente de mim, da vida e de tantas outras pequenas coisas que me mudaram. Por isso, sim.

terça-feira, 22 de julho de 2008

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Too damn hot!

O calor que se faz sentir não será infernal, mas incomoda! Incomoda quem ainda não está de férias. Incomoda quem não pode andar de havaianas e roupas mais leves confortáveis. Incomoda quem não pode ir para a praia. Incomoda quem não pode desfrutar deste bom tempo como convém!
Ou seja, incomoda-me!
Mas as férias já não estão longe. Com pouco descanso, é certo, mas não me importo. Vão ser férias e um pouco mais! Não preciso reclamar assim tanto!
Hoje a azáfama por aqui é grande. Não percebo. Mas andam imensas pessoas na rua de um lado para o outro, acho que a aproveitar os saldos ali na rua de trás.
Já mal consigo manter a concentração necessária para o trabalho. Parece que ando a trabalhar com os mínimos olímpicos exigidos. É difícil manter os pés na terra quando a cabeça anda na lua! Mas esforço-me e como sempre ouvi dizer que o conta é a intenção, por estes dias o que vai contar é a minha intenção de trabalhar!
Além disso, hoje está, de facto, calor a mais para mim, portanto, daqui a mais um pouco saio para um geladinho maravilhoso ali do Sr. Santini e para o fim-de-semana que se avizinha continuar quente.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Who wants to love forever?

Sim, é plágio do título de uma das minhas músicas preferidas. Ninguém vive para sempre. E amar para sempre? Amar um outro alguém que nos entra pela vida e se torna parte de nós?

Ontem perguntaste-me se eu tinha a certeza que era para sempre. Até que a morte nos separe? Até que a vida nos separe?

Certezas tenho poucas. Mas as dúvidas também só vão surgindo pelo caminho. Quando te disse que sim sabia o que estava a fazer. Acho que ainda sei. O para sempre não me preocupa. Preocupa-me talvez a vida e as mudanças. É mais fácil um até que a vida nos separe, porque é o que estatisticamente mais acontece. Com a proximidade relativa, aumenta o nervoso que de miudinho não tem nada! Sabes que dispenso a festa. Passo bem sem todos aqueles pormenores que são mais para os outros do que para nós. Mas não passo sem ti, não passo sem nós. Não sei se a vida deixa que seja para sempre, se nós vamos estar sempre dispostos a fazer com que seja. Seja como o futuro e o tempo o ditarem. Seja como nós o decidirmos. Seja para sempre ou não, estou disposta a arriscar.

Importam-me os momentos, o caminho que já fizemos e que ainda temos para fazer. Importa-me que o façamos juntos a cada percalço, a cada pedra no caminho. Importa-me saber que estás ao meu lado. Importa-me nós.