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Tudo ou nada

Não quero brandos costumes. Não quero uma vida "assim-assim" e muito menos responder "vai-se andando" quando perguntam por mim. Não quero um emprego "mais ou menos" só porque o dinheiro faz falta. Não quero colegas que se passam por amigos, nem amigos que não são mais que conhecidos. Não quero nada que possa ser adjectivado com um encolher de ombros. Gosto de dizer o que quero, quando quero e me apetece. Gosto de trabalhar, mesmo que o dinheiro não seja aquele que o trabalho merece. Gosto dos poucos mas bons amigos que a vida me reservou. Aqueles que aparecem mesmo quando é só para dizer "olá!". Gosto! Hoje acordei e o frio acordou-me. Andava a adormecer-me, a conformar-me, quando não preciso, nem consigo fazê-lo. Não à penumbra do assim-assim, ao entre-dentes do mais ou menos. Prefiro assim, tudo ou nada.

Um destes dias...

... encho a mala dos sonhos e parto, rumo às estrelas.

(In) Decisões

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Há sempre aqueles dias em que o que está errado nos atinge com força. Quase como se tivesse sido atropelada pelo comboio e miraculosamente sobrevivido. E isto porquê? Porque hoje acordei para reparar nos "errados" da minha vida! E não, não é com o intuito de me lamuriar, porque isso para mim não dá. Antes para pensar se estou bem a ver o que estou a fazer com a minha vida. Porque isto de ter trabalho que se gosta "assim-assim" até não é mau, mas também não é bom! Ter negócios com "amigos" que também são "assim-assim" deixa muito a desejar. Nem sempre se pode arriscar a mudança e isso ajuda ao conformismo. Mas, e se a possibilidade de mudar surge no horizonte? Vou ficar retida com medo de arriscar? Vou decidir cortar de vez com um presente que me é confortável? Talvez... Ainda estou no esboço do pensamento, no rascunho da acção. O bom é que estou quase a começar férias. É sempre boa altura para repor energias e desta vez vou ver se é preciso pôr …

Já começou...

E não, não estou a falar da euforia do Natal... Há presentes e convites inesperados e pelo menos uma vez por ano o mundo esforça-se por ser "bonzinho"! Mas não falo disso... não hoje... Falo do que vem depois... das resoluções de ano novo! Decisões tomadas com afinco nestes últimos tempos de cada ano. Vou deixar isto e aquilo, tornar-me nisto e naquilo, enfim, multiplicam-se as decisões, só para aumentar as desilusões! Honestamente, quantas resoluções de ano novo são levadas a sério? Eu acho que nunca cumpri nenhuma! Mas não é por isso que não se fazem... faz parte da tradição da mudança de ano... Criar a esperança que as coisas vão mudar! Será que a euforia do ano novo passa depois da ressaca do dia 1? E as nossas resoluções diluem-se ao mesmo tempo que a efervescência do 'guronsan' na água? Este ano vou tentar não criar nenhuma resolução, talvez assim consiga mesmo mudar o que precisa ser mudado, mas com calma e ao longo do ano! Nada de mudanças drásticas logo para Jan…

Grito mudo

AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH! Algo sem sentido! Talvez. Mas ficar sem voz não ajuda a minha sanidade. Estou há 3 dias sem falar. Mal consigo articular palavra e a voz some-se num fio, numa sombra do tom que já teve. Apesar de estar abatida pela gripe, nada me consome mais do que estar sem voz. Sem poder falar. Por breves dias, momentos da vida de outros e para mim é uma aflição. Perder o meu som, o meu tom. Espero, enquanto cultivo paciência que não tenho, para recuperar.

1,2,3...

4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12...
13 (treuze???)

Num destes dias liguei para uma repartição, porque precisava de uns esclarecimentos. Conversa para aqui, conversa para ali, preciso disto, não sei se sou qualificado para lhe dar essa informação. Não consegui que me percebesse à primeira, nem o senhor se conseguiu explicar. E de repente, já em desespero de causa, o senhor diz-me "aí por volta das treuze ligue de volta". Desculpe? "Ligue por volta das treuze que a senhora Graça já cá está e é mais fácil." Desliguei e liguei por volta das 13 horas. Entretanto, comentei e várias pessoas me disseram que é perfeitamente normal e que conhecem pessoas que dizem "treuze". Nunca tinha reparado e não acho que seja normal. Não me ensinaram este número na escola. Sempre me disseram que entre o doze e catorze está o treze. Mas se há por ali um outro número que desconhecia, acho que o vou continuar a ignorar.

Entre paredes...

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Paredes Meninas, Ju Novais
... me sonho, me reinvento. Crio uma outra paleta para a minha vida. Com cores de criança sonho o arco-íris. Com olhos de menina vivo dia a dia.