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Just say the word...

Só porque sim não. A ser... que seja por tudo.

When you smile at me you know exactly what you do...

You are every line,you are every word, you are everything...

Do it right

Tempo dá-me tempo.
Não duvido. Mas sinto aquele nervoso que chamam miudinho, porque a insegurança bate à porta do meu coração. Hoje fiquei bloqueada com todos os pensamentos e sentimentos que me atropelavam. As ideias em sufoco a quererem sair, não ia conseguir completar uma frase com sentido. Optei pelo silêncio. Neste momento é-me mais fácil escrever. Não consigo reconhecer muitas das sensações que me trespassam. Sinto-me em suspenso, com medo de cair. Pergunto apenas o que me sinto preparada para ouvir. Não, não é mais fácil escrever. As ideias surgem em catadupa... não as consigo alinhar.

Que lembranças traz um sorriso?

Não tenho que justificar o que sinto. Não preciso justificar as minhas acções. Ouvir conselhos amigos não me muda. Não é que não tenha ouvido. Apenas quero ouvir sim o bater do meu coração. Suave quando sinto que sentes o mesmo por mim. Descompassado, desritmado, cheio de vontade de saltar do peito a cada presença tua. A cada sorriso. A cada olhar. A cada toque. Pára! Sinto-o parar... sei que é para absorver a plenitude do que me fazes sentir. Depois sinto-o recomeçar devagarinho. A bater de mansinho... Sinto-me estremecer e já ele está de novo acelerado. Sinto que já sou tua. O meu corpo não me deixa sentir de outra forma. Nem quero. O meu coração não me deixa negar. Agora está a bater apertadinho com a saudade por não te ver. Ritmo suave e baixinho. Mas a lembrança do teu sorriso basta para ele voltar a bater.

Heaven must feel like this

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Freedom of my soul - Mel Gama

Speechless... Overwhelming bliss! I'll wait.

...

A felicidade não está em ter aquilo que se quer, mas sim aquilo que se precisa.

Eu preciso-te.

Postal

Saio ao final da tarde, com os Restauradores como destino. Despacho-me mais rápido do que o previsto. O pôr do Sol começa, mas o calor ainda se faz sentir. Resisto? Claro que não. Desço a rua Augusta a cantarolar ao som do que estou a ouvir até ver o Tejo no seu esplendor. Subo a rua e reparo na calçada que brilha de tão gasta. Chego ao Rossio e considero o Metro... Nan. Fora de questão! Está calor demais. Tenho demasiadas saudades para me despedir já. Fico no Martim Moniz em silêncio e imóvel a contemplar o Castelo que em criança sempre sonhei meu. Passa um amarelo da Carris só para me fazer sorrir. Vou a pé! E assim vim até casa a sorrir a matar saudades da minha Lisboa. É cidade que faz parte de mim. Tenho Lisboa entranhada na pele!