Like a puppet on a string
Porque poderia ser uma marioneta na ponta dos teus dedos, se não te tivesse já entregue os cordéis do meu coração.
"Porque tudo é vaidade e tempo que passa..."
Egotismo de
Sophia
às
21:52
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Ecos
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Mar revolto. Céu de tempestade. Paisagem de sonho. Momento inesquecível. Paz e serenidade. Contemplo a força da maré. Fico ali momentos com o sol. Só. Com os meus pensamentos. Por detrás de todas as nuvens cinzentas sei que o céu brilha de um azul intenso. Sim. Não será a neblina nem o turbilhão das ondas em fúria que me irá assustar, desde que continue a haver céu azul para alcançar.
Sem princípio... Nem fim...
O começo sei. A primeira vez que os nossos olhares se cruzaram e sorrimos. O resto... o resto é uma história longa. Feita de momentos... olhares... sorrisos... toques... sentimentos... Feita de ti e de mim.
Egotismo de
Sophia
às
23:35
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Ecos
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Egotismo de
Sophia
às
22:33
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Ecos
Marcadores: desassossego, devaneio
Há momentos assim... Ficam tatuados na memória, na pele, no coração, na alma... Tinha que ser Lisboa.
Egotismo de
Sophia
às
23:36
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Ecos
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Aprende-se que "amor é fogo que arde sem se ver". Mentira. Arde. Vê-se. Sente-se. O calor em cada poro que emana electricidade e prazer. Deixar atear a fogueira dos sentidos à flor da pele. Deixar o sangue ferver pelo corpo. O tempo será feito de ti e de mim. De nós. Na saudade apaixonada de cada expressão. De cada sorriso. De cada olhar. De cada toque. De cada beijo. Quero-te meu bem.
Egotismo de
Sophia
às
21:54
1 Ecos
Marcadores: desassossego, devaneio
É que é mesmo isto... é assim que me sinto. No céu. A dançar. Feliz. É mesmo isto. És mesmo tu.
And my heart beats so that I can hardly speak.
And I seem to find the happiness I seek.
Egotismo de
Sophia
às
23:03
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Ecos
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Singing...
Voar até às nuvens e ficar num cantinho só para mim e para ti. Deixar que as estrelas brilhem no teu olhar. E o nevoeiro tapar a Lua para nos deixar a sós. O coração bate ao compasso do som da música que estamos a cantar. Sim. Bate ao ritmo da felicidade... Saudade.
Egotismo de
Sophia
às
21:39
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Ecos
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