quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Já começou...

E não, não estou a falar da euforia do Natal... Há presentes e convites inesperados e pelo menos uma vez por ano o mundo esforça-se por ser "bonzinho"! Mas não falo disso... não hoje...
Falo do que vem depois... das resoluções de ano novo! Decisões tomadas com afinco nestes últimos tempos de cada ano.
Vou deixar isto e aquilo, tornar-me nisto e naquilo, enfim, multiplicam-se as decisões, só para aumentar as desilusões! Honestamente, quantas resoluções de ano novo são levadas a sério?
Eu acho que nunca cumpri nenhuma!
Mas não é por isso que não se fazem... faz parte da tradição da mudança de ano... Criar a esperança que as coisas vão mudar! Será que a euforia do ano novo passa depois da ressaca do dia 1? E as nossas resoluções diluem-se ao mesmo tempo que a efervescência do 'guronsan' na água?
Este ano vou tentar não criar nenhuma resolução, talvez assim consiga mesmo mudar o que precisa ser mudado, mas com calma e ao longo do ano! Nada de mudanças drásticas logo para Janeiro! Tenho o resto do ano todo pela frente...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Grito mudo

AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!
Algo sem sentido!
Talvez.
Mas ficar sem voz não ajuda a minha sanidade. Estou há 3 dias sem falar. Mal consigo articular palavra e a voz some-se num fio, numa sombra do tom que já teve. Apesar de estar abatida pela gripe, nada me consome mais do que estar sem voz. Sem poder falar. Por breves dias, momentos da vida de outros e para mim é uma aflição. Perder o meu som, o meu tom. Espero, enquanto cultivo paciência que não tenho, para recuperar.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

1,2,3...

4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12...
13 (treuze???)

Num destes dias liguei para uma repartição, porque precisava de uns esclarecimentos. Conversa para aqui, conversa para ali, preciso disto, não sei se sou qualificado para lhe dar essa informação. Não consegui que me percebesse à primeira, nem o senhor se conseguiu explicar. E de repente, já em desespero de causa, o senhor diz-me "aí por volta das treuze ligue de volta". Desculpe? "Ligue por volta das treuze que a senhora Graça já cá está e é mais fácil." Desliguei e liguei por volta das 13 horas.
Entretanto, comentei e várias pessoas me disseram que é perfeitamente normal e que conhecem pessoas que dizem "treuze". Nunca tinha reparado e não acho que seja normal. Não me ensinaram este número na escola. Sempre me disseram que entre o doze e catorze está o treze. Mas se há por ali um outro número que desconhecia, acho que o vou continuar a ignorar.