terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Bipolaridade estacional

ou Gosto de dias de Sol!

Venha o frio se isso afastar a chuva.
Não é que não gosto de chuva, até gosto, se não tiver de sair. Já para não mencionar que detesto conduzir em dias de chuva. 
Já quando o Sol aparece, sabe tão bem. O dia corre melhor. Não me importo de me atafulhar de camisolas e ainda sim sentir o frio entranhar até aos ossos.
Cansei-me de escrever... ou ter-me-ei cansado de pensar?
É tão mais fácil levar a vida do que vivê-la. Se não pensar levo-a. Se penso vivo. Canso-me bem menos na primeira opção. Mas só o consigo fazer durante um certo tempo. Depois, teimosamente, todas as vozes que tento afogar, lutam e surgem à tona e não me deixam acomodar. Não me deixam sentir completa. E a incessante busca por algo melhor começa. 
Estou assim. Tenho afastado o computador de mim. Se não consigo evitar escrever, forço-me a frivolidades para não pensar. 
Mas depois basta demorar uns minutos frente ao meu reflexo e não posso fugir de mim. Há sempre uma voz que fala mais alto e não me deixa calar. Preciso de mais. Quero mais. Não é por mal. É por mim.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

A minha Lisboa


Cedo percebi que Lisboa chamava por mim!
Dia frio de Sol brilhante, como dizer não.
Disse sim. 
Só parei quando a vista me satisfez.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Esperar

Quem espera sempre alcança.
Quem espera desespera.


Sabedoria popular. Qualquer versão pode ser verdade, dependendo das circunstâncias.
Acredito que é preciso cultivar paciência e fé para saber esperar.
Já esperei e alcancei. Já desesperei.
Conclusão.  Não gosto de esperar.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Early morning post

Noite bem dormida demais... Quero voltar a dormir. Apetece-me e o tempo convida.
Mas parece que o meu cérebro discorda, já arrancou e não me vai deixar dormir.
Definitivamente, estou acordada.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ao abandono...

Imagem: Google.com

A imagem do Egos bem podia ser esta... Há meses que não venho aqui.
Com o Egos sinto-me tão à vontade como com a amiga com quem falo 2, 3 vezes por ano, mas que já me conhece há tanto tempo que parece que não falamos há 5 minutos.
O facto é que sempre que volto é como a primeira vez... tremem as mãos. Fico na incerteza do que escrever. Fico na dúvida... mas não hesito. Dou o passo em frente e os dedos ganham vida. As ideias atabalhoadas começam a aparecer.
Não vou prometer nada. Mas quero voltar mais vezes. Voltar a deixar sair todas as ideias que andei a aprisionar.
Honey, I'm home!