terça-feira, 30 de dezembro de 2008

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Neste Natal...

Parece que o Natal está aí. Os enfeites de rua e as montras das lojas assim o dizem. Deixando de lado o espírito original da época, até porque é o que maioritariamente se faz, quero presentes! Ainda não sei bem é o quê!
Também ainda não consegui comprar presentes para ninguém, por falta de tempo e inspiração. Não tenho nada contra, salvo seja, mas eu não vou ali à loja dos chineses comprar uma dúzia de velas e está a família toda presenteada!
Há que colocar uma certa dose de dedicação na coisa e tentar escolher presentes adequados e que as pessoas possam gostar! Sim, isto é uma directa para todos os familiares e amigos que não comentam, mas que eu sei que lêem. Nada de velas e bugigangas que não vou nunca colocar em parte alguma senão dentro de uma gaveta, na melhor das hipóteses! Se não têm tempo nem dinheiro para presentes, basta que me desejem feliz Natal! Até porque é o que vou fazer com a maioria de vocês!
Não tenho dinheiro para presentes e o tempo vai reduzir-se ao dia 23. Ora, parece impossível comprar prendas para todos. Portanto, e como todos têm dinheiro para comprarem o que querem, eu só irei desejar FELIZ NATAL, pessoalmente, por e-mail e por sms. Alguns de vós irão ter presentes, comprados à luz da crise que se faz sentir. Prometo que nada será dos chineses ou da loja dos trezentos (eu juro que não é preconceito, até porque vou a estas lojas, mas é muito raro eu encontrar coisinhas de verdadeira qualidade e acho que já mencionei que o tempo será curto e não posso andar de loja em loja à procura das coisas que eles têm em bom!).
Prometo tentar comprar algo que utilizem e que gostem. Na pior das hipóteses, algo que venham a usar e eu goste!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Tudo ou nada

Não quero brandos costumes. Não quero uma vida "assim-assim" e muito menos responder "vai-se andando" quando perguntam por mim. Não quero um emprego "mais ou menos" só porque o dinheiro faz falta. Não quero colegas que se passam por amigos, nem amigos que não são mais que conhecidos. Não quero nada que possa ser adjectivado com um encolher de ombros.
Gosto de dizer o que quero, quando quero e me apetece. Gosto de trabalhar, mesmo que o dinheiro não seja aquele que o trabalho merece. Gosto dos poucos mas bons amigos que a vida me reservou. Aqueles que aparecem mesmo quando é só para dizer "olá!". Gosto!
Hoje acordei e o frio acordou-me. Andava a adormecer-me, a conformar-me, quando não preciso, nem consigo fazê-lo. Não à penumbra do assim-assim, ao entre-dentes do mais ou menos. Prefiro assim, tudo ou nada.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

(In) Decisões


Há sempre aqueles dias em que o que está errado nos atinge com força. Quase como se tivesse sido atropelada pelo comboio e miraculosamente sobrevivido. E isto porquê? Porque hoje acordei para reparar nos "errados" da minha vida! E não, não é com o intuito de me lamuriar, porque isso para mim não dá. Antes para pensar se estou bem a ver o que estou a fazer com a minha vida. Porque isto de ter trabalho que se gosta "assim-assim" até não é mau, mas também não é bom! Ter negócios com "amigos" que também são "assim-assim" deixa muito a desejar.
Nem sempre se pode arriscar a mudança e isso ajuda ao conformismo. Mas, e se a possibilidade de mudar surge no horizonte? Vou ficar retida com medo de arriscar? Vou decidir cortar de vez com um presente que me é confortável? Talvez... Ainda estou no esboço do pensamento, no rascunho da acção. O bom é que estou quase a começar férias. É sempre boa altura para repor energias e desta vez vou ver se é preciso pôr a cabeça noutro lugar. Será?