sexta-feira, 29 de julho de 2005

Zooming out

Last day at work.... Praise the Gods!

Estou precisada de descanso...
Virei menos vezes aqui durante o próximo mês.
Mas sempre que puder passo aqui e "aís", nos cantinhos que tanto gosto de visitar.

Ciao!
Baci per tutti!

quinta-feira, 28 de julho de 2005

Almost there!

O entusiasmo pelas férias é exactamente na mesma medida em que me sinto cansada.
Estou muito entusiasmada!
Este mês que se aproxima só pode ser melhor que o seu congénere transacto.
Embora vá pisar terrenos que bem conheço, sinto-me a partir à aventura. Talvez porque me sinta num começo...
Quero encher o coração de credulidade renovada e partir de alma regenerada!

Curiosidade Insatisfeita

Os sonhos são sempre algo de insondável.
Esta noite andei algures e dei por mim num elevador.
Carreguei num botão e o elevador moveu-se, não percebi se para cima se para baixo.

O despertador tocou. Acordei.
Acordei com a sensação de curiosidade, queria saber para onde ia.
Ainda me senti tentada a adormecer para tentar retomar o sonho.
Mas tive mesmo que sair da cama.

Fiquei sem saber para onde ia o elevador dos meus sonhos.

terça-feira, 26 de julho de 2005

One sided love

- Está?
- Oh amor desculpa!
- Eh...
- Não digas nada, ouve-me. Eu errei. Tu tens razão. Não podemos continuar assim. O importante tem que ser tu e eu, nós.
Sinto saudades de nós. Eu amo-te. Não digas que não sentes o mesmo.
- Eh... Posso falar?
- Hã?! Quem fala?
- Tentei dizer-lhe... É engano.

quinta-feira, 21 de julho de 2005

Doce loucura

O Beijo, G. Klimt

Permitir-me cair nos teus braços
e esquecer que há mundo lá fora...

segunda-feira, 18 de julho de 2005

'Dellusion'

Trocava a minha vida por um dia de ilusão ... assim diz a música.

Não conseguiria fazê-lo.
O complicado não é criar ilusões... é viver com a desilusão.

terça-feira, 12 de julho de 2005

Tu?

Porquê?
Logo eu que detesto porquês.
Mas este é inevitável e incontornável.
Tanto ou mais que tu e eu.
Porquê?
Porque parece a tempestade pronta a acontecer.
O porquê inexplicável como tu e eu.
O porquê incorrigível como tu e eu.

segunda-feira, 11 de julho de 2005

(In) Felicidade

- És feliz?
- Há dias em que acordo, dou graças pelo que tenho e sei que sou feliz.
Noutros penso no que perdi e naquilo que não tenho...

Sei que é suposto ser assim.

sexta-feira, 8 de julho de 2005

Não 'tou!

Hoje não estou p'ra ninguém!
Mas estou para ti.
Hoje não estou p'ra ninguém!
Mas estou aqui.

Hoje que não quero estar nem ser, tenho que estar aqui e ser.
Hoje queria poder não existir. Queria estar em suspenso!
Poder ficar num não-sítio. Um qualquer lugar que não há.
Hoje queria fazer uma pausa na vida. Não ter que escolher.
Só ficar e não ser.
Por isso coloquei o letreiro na porta:

Hoje não estou p'ra ninguém!

Mas estou aqui.
Estou para ti.

quarta-feira, 6 de julho de 2005

Equações

Quando andava no liceu, por vezes desesperei com as equações.
Era indiferente se era x ou z, a ou b.
Mas teimosamente continuava, tentava e continuava e, muitas vezes, de um momento para o outro, a solução aparecia ali e parecia tão simples.
Era óbvio que x mais y iria ser z.

Há coisas na vida que são como essas equações.
Procuramos teimosamente soluções onde elas não estão. De um momento para o outro, e sem nada o fazer prever, a solução aparece ali.
Tão simples, tão clara, tão óbvia aos nossos olhos.
Tão alerta, tão viva no nosso coração.

Como não pude perceber que x+y=z?!

segunda-feira, 4 de julho de 2005

And we meet again...

Agora parece que nos vamos encontrar muitas vezes.
Sempre no mesmo local com hora marcada. Marcam-nos a mesma hora sem nenhum querer.
Já consigo não tremer, só sorrir
(chamam-lhe nervoso miudinho)
Ainda te incomoda a minha presença.
Ainda me incomoda o teu sorriso.
O desencontro durou tempo de mais....
Tempo a mais para que o encontro fosse feliz...
Hoje... amanhã... ou depois
será apenas mais um encontro do acaso que não será o encontro do nosso desencontro.

domingo, 3 de julho de 2005

Ódio

É ténue a linha que separa amor e ódio?
Não sei se será.
Mas acho que te odeio...

Acho que te odeio porque continuas nos meus pensamentos.
Acho que te odeio porque sempre que te vejo estremeço.
Acho que te odeio porque só depois de ires sorrio.
Acho que te odeio porque o meu corpo ainda sente o teu toque.
Acho que te odeio porque ainda te quero.

E porque te odeio e ainda te desejo, será que ainda paira sobre mim a sombra desse amor?

sexta-feira, 1 de julho de 2005

Não há sossego!

Não há sossego
quando sopras esse vento quente que me deixa sem sono
não há sossego
quando me olhas assim e me deixas sem calma
não há sossego
quando me tocas e desatinas e me deixas sem te olhar
não há sossego
quando me saboreias a pele e me deixas sem te sentir
não há sossego
quando te vais e me deixas sozinha
sem o doce sabor que temos nós
Não há sossego!